A sobrecarga da mulher…(homem, esse texto também é para você). Desde que o mundo é...
Ler maisNa terapia, você pode compreender melhor suas reações, reconhecer o que torna algumas situações tão difíceis e experimentar novas formas de pensar, sentir e agir. Aos poucos, esse aprendizado se transforma em recursos para lidar com os desafios da sua vida.
Desde 2021, atuo exclusivamente na clínica, acompanhando jovens e adultos em questões relacionadas à ansiedade, relacionamentos, desafios profissionais, tomada de decisões e dor crônica, especialmente fibromialgia.
Sou gaúcha, tenho mais de 40 anos e moro no Rio de Janeiro há mais de 15. Após 20 anos de experiência na área corporativa, com comunicação e marketing, decidi voltar à universidade para cursar Psicologia e iniciar uma nova trajetória profissional.
Acredito que mudanças consistentes começam pela compreensão dos processos que mantêm o sofrimento. Por isso, busco compreender antes de intervir.
Vejo a terapia como um espaço de investigação e construção, no qual cada pessoa pode reconhecer padrões, compreender suas dificuldades e desenvolver formas mais conscientes e flexíveis de lidar com a vida.
Minha prática é orientada pela fundamentação científica, pela singularidade de cada pessoa e pelo compromisso com mudanças que façam sentido para cada processo terapêutico.
A psicoterapia é um espaço de escuta, acolhimento e investigação, que permite compreender emoções, pensamentos e comportamentos que influenciam a forma como vivemos.
Por meio desse processo, é possível reconhecer padrões, desenvolver novas perspectivas e construir maneiras mais conscientes e flexíveis de lidar com os desafios da vida.
Minha prática clínica é fundamentada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e na Terapia Comportamental Dialética (DBT), abordagens da psicologia baseadas em evidências científicas. O trabalho busca compreender os padrões de pensamento e comportamento, desenvolver habilidades para lidar com as emoções e construir estratégias mais eficazes para enfrentar os desafios do cotidiano.
A ansiedade nos relacionamentos pode gerar insegurança, medo de rejeição, necessidade constante de confirmação de afeto e preocupação excessiva com as atitudes da outra pessoa. Com isso, o medo de perder o relacionamento pode ocupar o espaço da espontaneidade e dificultar a vivência de momentos positivos.
Como a terapia pode ajudar: compreender as experiências e os padrões emocionais que alimentam a insegurança, desenvolver maneiras mais flexíveis de lidar com a ansiedade e construir relacionamentos baseados em maior confiança e segurança.
A autocrítica excessiva acontece quando a pessoa tem dificuldade para reconhecer suas conquistas, concentra-se nos próprios erros e sente que nunca é boa o suficiente. Embora possa ser confundida com o perfeccionismo, são processos diferentes: a autocrítica está relacionada à forma como a pessoa avalia a si mesma, enquanto o perfeccionismo envolve padrões muito elevados e dificuldade para aceitar resultados imperfeitos.
Como a terapia pode ajudar: identificar padrões de pensamento e comportamento que mantêm a cobrança excessiva, reduzir a ansiedade associada ao medo de errar e desenvolver uma visão de si mais realista, flexível e saudável, sem abandonar a responsabilidade pessoal.
A ansiedade no trabalho pode fazer com que a pessoa continue pensando em tarefas, reuniões e possíveis erros mesmo depois do expediente. A autocobrança, o medo de falhar e a sensação de nunca fazer o suficiente podem comprometer o descanso, a concentração e a saúde emocional.
É importante diferenciar ansiedade de estresse: enquanto o estresse costuma estar ligado às demandas do momento, a ansiedade pode manter a preocupação mesmo quando não existe uma situação imediata que a justifique.
Como a terapia pode ajudar: compreender os padrões que mantêm a preocupação e o medo de errar, além de desenvolver uma relação mais equilibrada com o trabalho. Nem sempre é necessário trocar de emprego; é importante avaliar tanto o ambiente profissional quanto a maneira como a pessoa lida com suas demandas.
A dor crônica não afeta apenas o corpo. Ela pode modificar a rotina, o sono, o trabalho, os relacionamentos, os planos e a percepção que a pessoa tem de si mesma. Também pode provocar medo de piora, frustração, ansiedade, isolamento social e sensação de incompreensão.
A dor é real e não deve ser considerada imaginária ou exclusivamente psicológica. Sua experiência envolve a interação entre fatores biológicos, psicológicos e sociais.
Como a psicoterapia pode ajudar: trabalhar os impactos emocionais, comportamentais e sociais da dor persistente, desenvolver estratégias de enfrentamento, favorecer a adaptação às limitações e ajudar a recuperar atividades e aspectos da vida que trazem significado.
A sobrecarga da mulher…(homem, esse texto também é para você). Desde que o mundo é...
Ler maisOs atendimentos são realizados nas modalidades online e presencial, oferecendo flexibilidade para que você escolha a opção que melhor se adapta à sua rotina e às suas necessidades. O consultório fica localizado no Leblon-RJ.

Não. Embora a dor crônica e as condições de saúde sejam áreas importantes da minha atuação, também acompanho pessoas que enfrentam ansiedade, autocobrança, dificuldades nos relacionamentos, desafios profissionais, mudanças de vida e padrões emocionais que geram sofrimento.
Cada processo terapêutico é único, por isso não existe um prazo definido. O tempo depende das necessidades, da história e dos objetivos de cada pessoa. Ao longo do acompanhamento, buscamos compreender as dificuldades, estabelecer objetivos e identificar mudanças na forma de pensar, sentir e agir.
As duas modalidades podem ser eficazes. A escolha depende das suas preferências, da rotina e das condições de privacidade e conforto. O atendimento online oferece flexibilidade e praticidade, enquanto o presencial proporciona a experiência de estar em um espaço reservado para a terapia. O mais importante é encontrar a modalidade que melhor se adapte às suas necessidades.
A psicoterapia pode ajudar em diferentes situações, como ansiedade, autocobrança, procrastinação, dificuldades nos relacionamentos, tomada de decisões, mudanças de vida e adaptação a doenças ou dores crônicas. Se algo tem causado sofrimento ou dificultado sua rotina, a terapia pode ajudar você a compreender o que está acontecendo e desenvolver novas formas de lidar com essas questões.
A dor e as doenças crônicas podem afetar não apenas o corpo, mas também a rotina, os relacionamentos, o trabalho e a forma como a pessoa percebe a si mesma. A psicoterapia ajuda a compreender os impactos emocionais e comportamentais dessa experiência, desenvolvendo estratégias para lidar com os sintomas, as limitações e as mudanças. O acompanhamento psicológico complementa, mas não substitui, os cuidados médicos e de outros profissionais de saúde.
A primeira sessão é um momento para nos conhecermos, compreender o que motivou a busca por terapia e identificar suas expectativas e objetivos. Também é uma oportunidade para você conhecer minha forma de trabalhar e avaliar se se sente confortável com o processo. Você não precisa saber exatamente por onde começar: construiremos essa conversa juntos, respeitando seu tempo e suas necessidades.
Leia relatos de alguns dos meus pacientes.

Dar o primeiro passo pode ser o início de uma nova forma de compreender o que você está vivendo.
Agende sua sessão e vamos conversar sobre como a psicoterapia pode ajudar nesse processo.
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